Caros Boleiros, Como vocês notaram neste domingo “nublado” e com muita garoa, não compareci para o nosso velho bate bola. - Cabulei o jogo a serviço e no cumprimento do dever cívico, pois até ontem “estava” candidato a vereador aqui em Cotia. –risos-
Passei por muitas atribulações, tristezas, mal entendidos, traíras, aprendizados, alguns momentos de felicidades, encontrei novos amigos e sobretudo por muito trabalho, pois, elaborei e distribui 18.000 santinhos da minha propaganda política, expedi mais de 5.000 e-mails e participei de mais de 40 comícios e passeatas.
Tivemos poucos votos, não nos elegemos, fico triste por Cotia, que não renovou, na Prefeitura e na Câmara Municipal. - Não volto a qualquer ato ou participação Política e no próximo domingo, se Deus assim o permitir, retorno ao futebol. Beijos a todos Marcão.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Debate Político em Cotia /

Meu Caro Palermo, Estou feliz por ter você na roda dos meus amigos, parabéns mais uma vez pela sua presença corajosa nos momentos mais dificeis. PARABÉNS A Professora DONA CIDINHA, qie se expos fortemente em consequência da sua vontade de trazer a Democrácia a nossa espoliada Cotia. Dr Ailton, como bom boleiro, foi a primeira vez que notei em seu rosto a expressão do medo. Não o seu medo, mas o medo da insanidade de COTIA.
Que Fazer! Marcos Marcão Ferrari:
A Notícia na Íntegra
Tumulto e falta de segurança inviabilizam debate político
Militantes se concentram na entrada da faculdade
Foto: Ligia Vargas
Era pra ser um dos momentos para entrar na história da cidade. Um marco da democracia.
Mas não foi. O debate entre os candidatos a prefeito de Cotia teve de ser cancelado depois de um grande tumulto e completa falta de segurança.
As mídias organizadoras lamentam profundamente o ocorrido e pedem desculpas pela não realização do evento.
Erramos.
Erramos em subestimar a quantidade de pessoas que participariam do debate, tendo em vista que a participação popular em atividades cívicas sempre foi muito rara na cidade.
Erramos em não acreditar no poder de organização das massas em prol de uma causa.
Erramos em primar pela democracia não restringindo ou limitando a participação do público no debate.
Erramos em acreditar no Secretário de Segurança de Cotia, senhor Nelson Bruno que se comprometeu com a segurança do evento e em meio a toda a confusão alegou que simplesmente não conseguia contato com os membros da Guarda Civil.
Erramos quando acreditamos que os candidatos fossem cumprir a regra de não levar 'torcida organizada' para o debate cuja única finalidade era ajudar o eleitor a fazer sua escolha. Mais uma vez ficou claro, que não podemos acreditar em políticos.
Erraram os candidatos ao não lembrarem suas equipes de cabos eleitorais que não estavam indo para um ringue e sim para um evento cívico e democrático.
Erraram as equipes que não tiveram a mínima civilidade, não souberam se comportar numa casa onde estavam como convidados e foram muito bem recebidos.
Tudo estava indo muito bem. Pela primeira vez as mídias locais se uniram na promoção de um evento cujo objetivo era contribuir com a democracia e com o papel social de informar e formar cidadãos.
A Direção da Faculdade Mario Schenberg de pronto ofereceu o espaço para sediar o evento. Organização e assessoria de candidatos se reuniram para acertar as regras que foram aceitas por todos. Entre elas, a solicitação de que cada um iria acompanhado de no máximo 10 pessoas. A Secretaria de Segurança Pública, na pessoa do secretário Nelson Bruno, se comprometeu em garantir a segurança do local com a Guarda Civil.
Quase 200 perguntas foram enviadas por e-mail aos 5 candidatos, o que nos deixou muito satisfeitos, afinal o público estava participando, interessado em conhecer as propostas de governos dos candidatos.
Na noite de terça-feira, quem passou pela Estrada do Espigão, rua da Faculdade Mario Schenberg, se deparou com um gigantesco congestionamento, típico de horário de pico, com o trânsito parando na Rodovia Raposo Tavares. Do lado de fora da escola, a cena era de final de um clássico de futebol no Morumbi. Só que, neste caso, não eram apenas duas torcidas, mas quatro equipes prontas para o que desse e viesse. Gritos, xingamentos, empurrões, tiraram o brilho do evento que não aconteceu mesmo com a presença de quatro, dos cinco candidatos convidados - Ailton Ferreira (PV), Carlão Camargo (PSDB), Mario Ribeiro (PSB) e Tagarela (PTB). Luiz Carlos Santos do Psol não compareceu (sendo também uma torcida organizada a menos).
O não comparecimento da Guarda Civil (que só chegou ao local quase duas horas depois, quando o tumulto já tomava conta do local, dificultou ainda mais as coisas. Apenas a segurança e os funcionários da Faculdade heroicamente tentavam acalmar os ânimos e preservar o local. De certo modo conseguiram.
A presença de espírito, liderança e o imenso poder de persuasão do delegado da Granja Viana Alexandre Palermo foi decisiva e importante para manter a ordem e a segurança do local. Aos poucos, as torcidas que já haviam deixado o auditório e se concentravam no Ginásio de Esportes foram deixando o local, muitos comemorando o feito, a vitória por ter impedido que o debate acontecesse. E assim, o cenário se desfez.
Perdemos.
Perderam os candidatos que não apresentaram suas propostas (se é que realmente queriam isso).
Perderam os eleitores que deixaram de conhecer um pouco mais os candidatos para no dia 5 de outubro fazer a melhor escolha.
Aprendemos.
Como tudo tem um ponto positivo o episódio deixou claro o poder de mobilização e de liderança de algumas pessoas e a força dos órgãos de comunicação, haja vista a quantidade de perguntas enviadas aos candidatos e hoje a quantidade cartas recebidas sobre o assunto.
Aprendemos que Cotia, uma das maiores cidades da Grande São Paulo, ainda não está preparada para viver uma democracia. Que estamos muito aquém de ser um povo civilizado. Aprendemos que ainda temos muito que aprender.
Leia as opiniões sobre o debate.
Leia Nota da Faculdade Mario Schenberg.
Comissão Organizadora
Cotiatododia
Jornal D´aqui
Site da Granja
Revista Circuito
Imprensa Rotarya
Jornal da Granja Viana
mais fotos...
Trânsito e congestionamento
Foto: Ligia Vargas
Ailton Ferreira, Tagarela e Mario Ribeiro chegaram no horário e aguardavam inicio do debate
Foto: Ligia Vargas
Público aguarda inicio do debate
Foto: Ligia Vargas
Carlão Camargo, foi o último a chegar no local
Foto: Ligia Vargas
Dr. Alexandre Palermo o "salvador da pátria"
Foto: Ligia Vargas
Cabos Eleitorais de Carlão Camargo
Foto: Ligia Vargas
24/9/2008
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Compromisso Mãos Limpas do Dr Ailton
Caros Amigos, comprovadamente o Dr Ailton, é um homem de "mãos limpas", não somente em suas palavras, mas com papel assinado, passado e registrado em Cartório. A sua dignidade e competência Administrativa comprovada sobrepoem a qualquer tipo de dúvidas. abraços a todos. > Marcos Marcão Ferrari
Dr Ailton / Futuro Prefeito de Cotia
Caros Amigos, - Vejam as realizações do Candidato à Prefeitura de Cotia pelo Partido Verde e se Deus, quiser: "O Novo Prefeito de Cotia" abraços a todos:
> > Marcos Marcão Ferrari
> > Marcos Marcão Ferrari
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Bob Marley / No womam, No cry
Os ventos que as vezes tiram; algo que amamos, são os; mesmos que trazem algo que; aprendemos a amar... ; Por isso não devemos chorar; pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi dado. - Pois tudo aquilo que é; realmente nosso, nunca se vai; para sempre... Bob Marley abraços . Marcos Marcão Ferrari
aprender a amar o que nos foi dado. - Pois tudo aquilo que é; realmente nosso, nunca se vai; para sempre... Bob Marley abraços . Marcos Marcão Ferrari
domingo, 24 de agosto de 2008
Reflexões: Vamos Mudar para Melhorar ! Cotia do Amanhã
Grande Chapchap, - Às pessoas Que Fazem Formulários e Elaboram Perguntas? - Até quando teremos que selecionar sempre o Melhor! Quando teremos oportunidades verdadeiras e para todos?
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte
pergunta: Você tem experiência? - A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos...
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete
e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até
já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e
trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés
pra fora.Já passei trote por telefone. Já tomei banho de
chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho
errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o
fundo da panela de arroz carreteiro,já me cortei fazendo a
barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas
são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no
telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra
roubar fruta, já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já
chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra
sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho
no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.Já vi
pôr-do-Sol cor-de-Rosa e alaranjado, já me joguei na piscina
sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes
os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não
encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri
de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém
especial.Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de
levantar.Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de
felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era
um "para sempre" pela metade.Já deitei na grama de madrugada
e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas
descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ire vir
sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas
lentes da emoção,guardados num baú, chamado coração. E agora
um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
"Qual sua experiência?".
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
experiência...experiência.
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não!Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora
gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou
esta pergunta:
"Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?
Pois é, as coisas simples da vida são as que tem a Melhor Valia! - Grande Beijo bom; Marcos "Marcão" Ferrari - Estou Político!
Num processo de seleção da Volkswagen, os candidatos deveriam responder a seguinte
pergunta: Você tem experiência? - A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos...
Já fiz cosquinha na minha irmã só pra ela parar de chorar,
já me queimei brincando com vela. Eu já fiz bola de chiclete
e melequei todo o rosto, já conversei com o espelho, e até
já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e
trapezista. Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés
pra fora.Já passei trote por telefone. Já tomei banho de
chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo. Já confundi sentimentos. Peguei atalho
errado e continuo andando pelo desconhecido. Já raspei o
fundo da panela de arroz carreteiro,já me cortei fazendo a
barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas
são as mais difíceis de esquecer. Já subi escondido no
telhado pra tentar pegar estrelas, já subi em árvore pra
roubar fruta, já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já
chorei sentado no chão do banheiro, já fugi de casa pra
sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando, já fiquei sozinho
no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.Já vi
pôr-do-Sol cor-de-Rosa e alaranjado, já me joguei na piscina
sem vontade de voltar, já bebi uísque até sentir dormentes
os meus lábios, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não
encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri
de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém
especial.Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de
levantar.Já apostei em correr descalço na rua, já gritei de
felicidade, já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era
um "para sempre" pela metade.Já deitei na grama de madrugada
e vi a Lua virar Sol, já chorei por ver amigos partindo, mas
descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ire vir
sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas
lentes da emoção,guardados num baú, chamado coração. E agora
um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:
"Qual sua experiência?".
Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
experiência...experiência.
Será que ser "plantador de sorrisos" é uma boa experiência?
Não!Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora
gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou
esta pergunta:
"Experiência? Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?
Pois é, as coisas simples da vida são as que tem a Melhor Valia! - Grande Beijo bom; Marcos "Marcão" Ferrari - Estou Político!
terça-feira, 8 de julho de 2008
Ibrahim Ferrer I - Curiosidades
Ibrahim Ferrer nasceu no dia 20 de fevereiro de 1927, em San Luis, próximo a Santiago de cuba, e faleceu na tarde do sábado, 6 de agosto de 2005, em um hospital da Cidade de Havana.
Filho de uma dançarina de clube noturno, Ibrahim ficou órfão aos 12 anos de idade, quando se viu obrigado a cantar nas ruas para sobreviver. Aos 13 formou um par musical com um primo e, apresentando-se em festas particulares, conseguiu sustento para deixar a rua.
Ao longo dos anos, fez parte de diversos grupos musicais. Em 1953, juntou-se à banda de Pacho Alonso. Em 1959, mudou-se com a banda para Havana, quando a formação musical foi rebatizada como Los Bocudos.
Com Alonso, Ferrer dedicou-se principalmente a ritmos cubanos. Mas, como declarou em uma entrevista coletiva, sempre manteve o desejo de gravar boleros, o que veio a ocorrer no final de sua carreira, quando juntou-se ao "Buena Vista Social Club". Seu último disco foi, justamente, Mi sueno. em português, - Meu sonho, um disco de boleros, Voltaremos ao assunto em: “Como fue” e “Bruca Maniguá”. abraços Marcão
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